Sofreu ou Causou Acidente de Trânsito?

Defesa criminal, indenizações por danos materiais e morais, e orientação completa em acidentes de trânsito

Dr. Guilherme Moura

OAB/BA nº 40.886

Você Está Passando por Alguma Dessas Situações?

Identifique seu caso e entenda como podemos ajudar

Seguradora Não Pagou Indenização

A seguradora do veículo que causou o acidente está negando cobertura, oferecendo valor insuficiente ou atrasando o pagamento da indenização.

Foi Vítima de Acidente

Sofreu acidente causado por outro motorista e teve danos materiais no veículo, lesões corporais ou prejuízos. Busca indenização pelos danos sofridos.

Processo Criminal em Andamento

Está respondendo criminalmente por lesão corporal culposa (Art. 303 CTB) ou homicídio culposo (Art. 302 CTB) decorrente de acidente de trânsito.

Causou Acidente (Involuntário)

Envolveu-se em acidente sem intenção e está sendo cobrado por danos ou respondendo processo criminal por lesão corporal ou homicídio culposo.

Sequelas Permanentes

Ficou com sequelas permanentes, incapacidade para trabalho ou traumas psicológicos decorrentes do acidente. Busca reparação integral dos danos.

Seja vítima ou autor, você tem direitos que precisam ser defendidos

Como Posso Ajudar Você?

Atuação completa em casos de acidentes de trânsito

Cobrança de Indenização (Vítima)

Ação de indenização por danos materiais (veículo, despesas médicas), danos morais (sofrimento, trauma) e lucros cessantes (perda de renda) contra o causador do acidente e seguradora.

Defesa Criminal (Autor)

Defesa em processos criminais por lesão corporal culposa ou homicídio culposo. Busca de absolvição, desclassificação, medidas alternativas ou redução de pena.

Ações Contra Seguradoras

Cobrança judicial quando seguradora nega cobertura indevidamente, atrasa pagamento ou oferece valor insuficiente. Inclusão de danos morais pela má prestação do serviço.

Seus Direitos em Acidentes de Trânsito

Entenda o que a lei garante em cada situação

Responsabilidade da Seguradora

A seguradora do veículo causador deve indenizar os danos até o limite da apólice. Se negar cobertura indevidamente, responde por danos morais adicionais pela má prestação do serviço.

Dica: Guarde todos os documentos: boletim de ocorrência, orçamentos, fotos, laudos médicos.

Direitos da Vítima

A vítima tem direito a indenização integral por danos materiais (conserto do veículo, despesas médicas), danos morais (sofrimento físico e psicológico) e lucros cessantes (perda de renda durante recuperação).

Prazo: 3 anos para cobrar indenização cível a partir da data do acidente.

Consequências para o Autor

Acidente com vítimas pode gerar processo criminal (lesão ou homicídio culposo), processo cível (indenização) e consequências administrativas (pontos na CNH, suspensão do direito de dirigir).

Defesa: Mesmo havendo culpa, há possibilidades de redução de pena e medidas alternativas.

Perguntas Frequentes sobre Acidentes de Trânsito

Causei acidente sem querer. Vou ser preso?

Acidentes de trânsito sem intenção (culposos) raramente resultam em prisão. Mesmo havendo vítimas, a pena é de detenção (6 meses a 2 anos para lesão; 2 a 4 anos para morte), que geralmente é substituída por medidas alternativas: prestação de serviços, multa ou suspensão da CNH. A prisão só ocorre em casos graves, com agravantes (embriaguez, fuga do local, excesso de velocidade). Com defesa adequada, é possível evitar condenação ou obter penas alternativas que não geram antecedentes. O importante é constituir advogado imediatamente e não fazer declarações sem orientação. 

O prazo prescricional para ação de indenização por acidente de trânsito é de 3 anos a partir da data do acidente. Para cobrança de DPVAT, o prazo também é de 3 anos. É importante agir rapidamente, pois quanto mais tempo passa, mais difícil fica reunir provas (testemunhas, fotos, documentos). Além disso, negociar com a seguradora nos primeiros meses pode resultar em acordo mais rápido. Um advogado pode avaliar seu caso e calcular corretamente os valores devidos antes que o prazo expire.  

1) Preste socorro às vítimas e chame SAMU/Polícia; 2) Preserve o local e sinalize para evitar novo acidente; 3) Tire fotos dos veículos, danos, placas e local; 4) Identifique testemunhas e anote contatos; 5) Não assine documentos ou faça acordos no local; 6) Registre boletim de ocorrência (fundamental); 7) Procure atendimento médico mesmo sem dor aparente (lesões podem se manifestar depois); 8) Guarde todos os documentos; 9) Não poste sobre o acidente nas redes sociais; 10) Procure advogado antes de dar declarações. Essas providências são cruciais para eventual processo judicial.

Não aceite sem consultar um advogado. Seguradoras costumam oferecer valores muito abaixo do devido, contando com o desespero ou desconhecimento da vítima. Um advogado pode calcular o valor correto considerando: danos materiais (conserto integral, não só franquia), danos morais (sofrimento, trauma), lucros cessantes (perda de renda), despesas médicas futuras, desvalorização do veículo (perda do valor de mercado após acidente grave). Além disso, pode negociar um valor muito superior ou ajuizar ação judicial se necessário. Assinar acordo sem análise técnica pode significar perder milhares de reais.

Sim. Danos morais são devidos quando há sofrimento físico, dor, trauma psicológico, sequelas, deformidades, necessidade de cirurgias, afastamento do trabalho, limitações permanentes ou impacto na qualidade de vida. Não é necessário comprovar financeiramente o sofrimento (é presumido das lesões). O valor varia conforme gravidade das lesões, sequelas, tempo de recuperação e impacto na vida da vítima. Jurisprudência reconhece danos morais em acidentes com lesões, mesmo que leves. Um advogado analisa as circunstâncias e estima valor adequado de indenização por danos morais no seu caso.

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